Projeto Ferro Velho

julho 12th, 2009

Projeto Ferro Velho em sua 3ª edição apresenta:
Vomito Negro (banda belga, formada em 1983, é considerada uma das melhores, mais importantes e mais conhecidas bandas de EBM/Industrial do mundo. Faz parte da elite belga da Electronic Body Music como o Front 242, SA42, A Split Second, The Klinik, Suicide Commando, The Neon Judgement…). Depois de longos onze anos após sua primeira aparição por aqui em 1998 eles fazem uma apresentação única e definitiva em Sao Paulo no sábado, dia 11 de julho, na melhor e mais estruturada casa noturna do underground paulistano, o INFERNO CLUB, tocando seus maiores hits e músicas que faltaram no seu primeiro show, entre outras surpresas!
Para abrir o evento, nada melhor que a lendária banda de dark/synth pop de Santos/SP, H.A.R.R.Y. (banda formada em 1985 e foram os primeiros do estilo a gravar um LP em 1988)!!!!
SERÃO 08 HORAS DE FESTA COM O VELHO E O NOVO DO EBM-INDUSTRIAL-MINIMAL, RARIDADES E HITS DE DARKWAVE E POST PUNK,  COM OS DJ’s RODRIGO CYBER (FERRO VELHO), GAGO (VIA UNDERGROUND E UM CONVIDADO ESPECIAL DIRETO DO NORDESTE, O DJ AC (ELEKTROSYNDIKATE – RECIFE/PE), TUDO ISSO COMEÇANDO AS 22:00H.! STANDS FERRO VELHO, SOULSHADOW, WAVE RECORDS E VOMITO NEGRO OFICIAL!!! + SURPESAS!!! CHEGUEM CEDO!!!

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO, INCLUSIVE MAIS SOBRE AS BANDAS OS DJ’S, VENDA DE INGRESSOS, HORÁRIOS, ETC… O NOSSO RELEASE FOI ATUALIZADO PELA ÚLTIMA VEZ ATÉ O DIA DO EVENTO:
www.projetoferrovelho.com.br/shows.html

OUÇA UM SET ESPECIAL COM VOMITO NEGRO E HARRY NO SITE:
www.grupobellanoite.com.br

VEJA UMA ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O VOMITO NEGRO FALANDO SOBRE O SHOW DELES NO WAVE GOTIK TREFFEN 2009 E A EXPECTATIVA PARA O SHOW DE SÃO PAULO:
www.phantasma13.com/entrevista_vomito_negro.html

TARDE DE AUTÓGRAFOS E FOTOS NA LOJA SOULSHADOW NO DIA 11 DE JULHO, SÁBADO (DIA DO EVENTO) A PARTIR DAS 13:00H!!!!

GARANTA JÁ SEU INGRESSO:
Ingressos limitados:
50,00 1º lote até 31/05(esgotado)
60,00 2º lote até 10/07
80,00 (na porta em caso de disponibilidade)

Ponto de vendas:
Soulshadow, Zoyd(Galeria no Centro), Profecias(Galeria do Rock) e Intergroove(Galeria Ourofino).

Vendas on line:
www.passosnoturnos.com
www.waverecords.com

Vendas pelo correio/depósito/retirada na bilheteria-todo o Brasil:
projetoferrovelho@uol.com.br
(011) 8439 1238

INFERNO CLUB
Rua Augusta, 501-Consolação/SP
www.infernoclub.com.br

 

 

 

 

 

Frequentemente envolvida com causas sociais – a última foi o apoio à Campanha do Agasalho – a Jack Daniel’s marca presença em mais um evento beneficente, desta vez no dia 8 de julho, quarta-feira, quando acontece a quinta edição do projeto “Nem Tudo Acaba em Pizza”. Pelo quinto ano consecutivo, roqueiros famosos “botam” a mão na massa para ‘brigar” por uma boa causa social.

Nesta noite – que comemorará antecipadamente o Dia Nacional da Pizza (10/07) e  o Dia Mundial do Rock (13/07), roqueiros e famosos se reunirão para uma divertida gincana e trabalharão, voluntariamente, como garçons do restaurante, durante 1h30, servindo pizzas aos convidados e clientes. Parte da renda angariada será revertida para a ABRACE ( Associação Brasileira para o Adolescente e a Criança Especial).Para ter acesso, o público do Chácara Santa Cecília precisa entregar um quilo de alimento não perecível ou um agasalho em bom estado, além de uma contribuição no valor de R$ 1,00 na conta de consumo. No final, Jack Daniel’s premiará a equipe vencedora – que vender mais pedaços de pizza – com 10 kits de Jack Daniel’s Old n° 7 + petaca personalizada da marca e 10 kits de Gentleman Jack + petaca customizada.

 

 

 

O projeto “Ensaio Aberto” que teve inicio dia 13 de maio consolida a parceria no Tapas Club, localizado à Rua Augusta, 1246 – Consolação, e fecha agenda com os artistas do La Casa de La Musica para todo o mês de julho. O Projeto abre os ensaios do estúdio, que recebe artistas como Otto, Jupiter Maça, Cidadão Instigado e Edgard Scandurra. “Trata-se de uma nova opção artística visual e musical para a  cidade de São Paulo Paulo nas quartas feiras nobres da rua Augusta”, diz o músico Jorge Sampaio Tupiniquin, que lançou recentemente o cd “Made In São Paulo” e é um dos administradores   do estúdio La Casa de La Musica.

As noites do mês de julho, tem início as 23h. Veja a agenda completa:

01/07 – Mr. Spaceman

Abertura Jorge Sampaio Tupiniquin

DJ Set Dudu Tsuda

 08/07

Barbara Eugenia com Dustan Gallas, Jr Bocca, Felipe Maia e Demétrius Carvalho

DJ Set Dudu Tsuda

15/07

Lançamento de Disco “Porto”com Richard Ribeiro

DJ Set Dudu Tsuda

 22/07

Especial Tropicália Lany Gordin

Com Gui Heldi, Fabio Sá e Zé Aurélio

Abertura Jorge Sampaio Tupiniquin

DJ Set Dudu Tsuda

 29/07

Especial Tropicália Lany Gordin

Com Gui Heldi, Fabio Sá e Zé Aurélio

Abertura Jorge Sampaio Tupiniquin

DJ Set Dudu Tsuda

O QUÊ?

Ensaio Aberto no Tapas Club – Vol. 3

Data: 17 de junho (quarta-feira)

Horário: 23h

Endereço: Rua Augusta, 1246 – Consolação

Valor: (Lista Amiga) R$5,00 –
Valor no Horário (R$10,00)

Informações:
http://tapasclub.com.br/info/ – 11 2574-1444 /
Office@tapasclub.com.br

 

Estúdio La casa de Música: myspace.com/lacasademusica / 011 – 3085-2264

Fracasso

julho 3rd, 2009

Um bom e verdadeiro fracassado não se deixa levar pelos pensamentos grandes e megalômanos.O bom fracassado tem fracassos redundantemente fracassados. Ele não leva grandes tombos. Ele não tem grandes quedas. Ele está tão por baixo que quando cai ninguém nota porque não olham para o chão. Um fracassado que se preza não arranja namoradas. Ele faz alguma besteira antes de consegui-las. Ele nunca broxa. Ele não consegue mesmo é arranjar mulheres para ter a chance de falhar. Ele não perde o emprego porque ele não arranja um ou se tem um ele não perde que é para continuar fracassando no mesmo inútil emprego. Ele não é um decadente pois essa é uma característica dos grandes e famosos. Ele não é emergente, submergente ou qualquer coisa destas. Ele sempre está na lona. Ele não perde lutas porque não luta. Ele não tem doenças estrambóticas ou graves. Ele nem fica doente. Ele não morre novo que é para ter chance de compensar seus fracassos pela quantidade. Coisa que aliás, ele não consegue. Ele dorme tarde e acorda cedo que é para ter mais tempo de tentar fracassar. Ele não vomita pois não arranja nada decente para comer. O time que ele torce nunca sobe nem desce. Ele é um medíocre. Mas não é infeliz. Nem feliz. Ele simplesmente é. Alguma coisa indefinida entre a vulgaridade e o lugar-comum. O verdadeiro fracassado nem chega a fracassar. Ele é tão merda que nem isso consegue fazer direito. Retorne. Volte ao começo e faça tudo de novo. Este texto é um círculo. Um verdadeiro fracassado não merece um final nem um texto nem algo logicamente construído e genial. Fracassado é quem leu tudo isso e acreditou. Fracassado é quem escreveu. Fracassados somos todos nós que sonhamos. A busca do fracasso é a melhor e mais sublime qualidade da humanidade. Sonhamos ser aquilo que não seremos. É o princípio de toda a humanidade. No dia que descobrirmos que só vale a pena sermos aquilo que realmente somos sem nem entender direito o porquê, sem nos analisarmos e tentarmos mudar, deixaremos de ser fracassados. Estaremos mortos.

por Roberto Tietzmann (rtietz@gmail.com)

Estamos chegando ao final da primeira década do século XXI quando a digitalização das mídias se torna uma fonte de oferta infinita de conteúdos inesgotáveis em uma cacofonia de canais que redefinem de forma improvisada toda a estrutura tradicional de busca, distribuição, consumo e atenção dedicada aos conteúdos. Em suma, o vetor da utopia contemporânea aponta para termos acesso a qualquer conteúdo audiovisual (filmes, programas de TV), música, texto, imagem ou notícia com uma agilidade limitada apenas por dois fatores: a nossa capacidade de formular com clareza o que desejamos encontrar e a velocidade de conexão à rede.

O lado subversivo desta utopia é que ela, traduzida em bom português, significa que as pessoas têm uma curiosidade voraz infinita por conteúdos que provavelmente não são inteiramente atendidos pelos meios tradicionais. Mas que podem ser baixados de algum aleph intangível chamado de internet respeitando leis ou as desprezando completamente. Em suma, tudo o que existe registrado pode ser duplicado e copiado em uma reprodução perfeita. Tudo o que está registrado e digitalizado pode ser pirateado, distribuído em uma curiosa economia sociodigital definida por fãs, curiosos e colecionadores.

Nela a mera centelha de curiosidade pode colocar o interessado frente à possibilidade de baixar o conteúdo para assistí-lo posteriormente. Sejam filmes novos ou antigos, músicas de ontem ou hoje, desejar consumir um produto cultural hoje já vem conectado com a promessa de que ele está ao alcance no tempo e no espaço por ser distribuído em rede. Não está em lugar algum e está em todos ao mesmo tempo. Não é inatingível nem tampouco raro. Raridade é a medida de sua ignorância ou falta de interesse. Está ali, você é que não sabe ou não quer pegar.

Outra contrapartida da utopia é o abandono de qualquer suporte material para os conteúdos. As velhas e conhecidas formas dos produtos culturais se tornam interfaces e produtos que as simulam e nos devolvem a segurança do que foi perdido: a materialidade que nos dá um viés de segurança, um lugar onde sabemos que o suporte físico do conteúdo está.

Como todas utopias, esta também esconde suas rugas e imperfeições. Incompatibilidades da tecnologia, perdas catastróficas de dados e a complexidade do processo de buscar, baixar e consumir são apenas as mais imediatas. A ampla conivência com a não-remuneração dos autores das obras também pode conduzir o sistema a se alimentar apenas do que já foi produzido, sem se tornar viável como uma plataforma para novas mensagens complexas. Ou seja: estamos trocando um “2001 Uma Odisséia no Espaço” por dois milhões de vídeos do “Esquilo Dramático” no Youtube? Não sei. Na verdade, ninguém sabe. O conhecimento em mais este momento do audiovisual está se constituindo coletivamente, em uma prática de apropriação guiada pelo desejo de ver e a curiosidade do que assistir.

E então, está com curiosidade de ver o quê?

Roberto Tietzmann é professor universitário de cinema e publicidade.

TROCIFESTO

julho 1st, 2009

por Albert Siedler, Ariela Boaventura e Gaby Benedyct

Chegou o final dos tempos. É preciso recriar um novo modo de ver o mundo. Os olhos estão saturados de imagem e a vida perdeu o sentido ante o universo de múltipla escolha. O sujeito tornou-se bovino, paralisado por estímulos hipnóticos, informativos, comunitários, feitos exclusivamente para você. O mundo tornou-se um drama do qual ninguém faz parte. As legitimações são falsas. O poder é uma matriz gasosa. O Estado deixou de cumprir seu papel. As sociedades estão atiradas ao azar e as existências, subjugadas a interesses comerciais. Royalties e licenças aprisionaram a criatividade; ficamos viciados em interfaces amigáveis. A tecnologia só liberta quando pensada critica e ideologicamente. Aplicaremos a tecnologia a propósitos para os quais ela não foi planejada. Nasceu o ambiente reativo, base de uma nova mídia estética, que se apóia sobre a interação em tempo real entre homem e máquina. O fim do sujeito singularizado deu à luz ao caroço do Troço, vida ímpar, híbrida e livre das identidades e dos sistemas de controle, aberto a participações e intervenções. Mimimi, Nonono & Etc. é um Troço cujo caroço é formado por uma tríade. O objetivo é ser. Ser livre de amarras técnicas para expressar idéias e formas em qualquer tipo de substrato, sem compromisso com padrões estéticos, históricos, políticos ou de qualquer ordem. Buscamos a expressão como forma de superação e de reestruturação subjetiva, além da técnica, além da arte, além de nós mesmos, rumo ao desconhecido. Do caroço nasce o Troço. O Troço é vivo. O Troço é empírico e utiliza a cibernética fisicamente. O Troço propõe e oferece; o Troço manifesta. O Troço não é contra: resiste. O Troço é indefinível. O Troço é entropia, pois é do caos que o novo emerge. O tempo acabou. O futuro foi ontem. O Troço está fora do tempo. Diluímos as premissas básicas: é a era do distúrbio.

Um leão por dia

junho 29th, 2009

Trabalhar com o que se gosta tem muitos prós e alguns contras. Os prós você já sabe: evolução como pessoa, como profissional, estar entre amigos, se divertir, aprender, ensinar. Os contras são poucos mas existem: a gente tem que matar um leão por dia pra conseguir se manter, principalmente se a sua profissão é de skatista.
Por isto, alguns skatistas optaram por um garantir uma profissão paralela ao skate e decidiram fazer uma faculdade.
Estes caras agora têm um privilégio: correr um circuito que só aceita inscrições de quem já se formou ou está estudando.
A primeira etapa do Circuito Universitário de São Paulo, aconteceu na Pista do Sumaré e reuniu, profissionais e amadores.
 
No Espírito Santo, o skate está chegando aos poucos, embora tenha skatistas com mais de 10 anos em cima do skate. Pensando em entender este Mercado que ainda se prepara pra acontecer, parte da equipe Urgh foi até a capital capixaba num misto de tour e visita técnica. A idéia era ver de perto a cena local, conhecer lojas e pistas para ver como o skate reage quando começa a ser implantado num território praticamente desconhecido.
 
O resultado da pesquisa que teve como protagonistas os skatistas do Espírito Santo e como pesquisadores Fábio Castilho, Gian Naccarato, Kelvin Hoefler, Ítalo Peñarrubia e o team manager Edgar Gonçalves, está na matéria especial do Skate Paradise que acompanhou a equipe Urgh durante a maratona de 4 dias de skate por algumas cidades capixabas.
 
A vivência da equipe, o dia-a-dia, a observação dos skatistas locais tudo está neste Skate Paradise, que você tem algumas chances de ver em 2 canais de TV à cabo:
 
Na ESPN, nesta terça-feira, dia 30 de junho, às 14h00, com reprise à meia-noite.
Na ESPN Brasil, na quinta, dia 2, às 01h30, com reprises na mesmo dia, às 04h00 e às 17h30.
No dia 3 de julho, às 09h00 e no dia 4, às 04h15.
No dia 5, às 04h15.
Bom divertimento.

Leão de Prata em Cannes

junho 26th, 2009

Esta semana o projeto A Gente Vive pra Contar Histórias ganhou o Leão de Prata em Cannes na categoria MEDIA.
O “We Life to Tell Stories” é  uma produção da Fuego Digital com a agência Wunderman e patrocínio da Land Rover.

O documentário, dirigido e editado por Helga Simões, foi realizado no final do ano passado no Jalapão (TO) e na Chapada das Mesas (MA) e foi exibido na Discovery Channel.
Quem quiser assistir, está disponível no link:
http://fuegodigital.com.br/blog/a-gente-vive-para-contar-historias-episodio-jalapao/

Ganhar este prêmio é mais do que rechear currículo. É contar para as pessoas, principalmente empresários, que investir em idéias inteligentes traz retorno sim.

PARABÉNS HELGA! PARABÉNS FUEGO DIGITAL!

Dois músicos que estão na origem do rock’n roll anunciaram turnês pelo Brasil. O pianista, cantor e compositor Jerry Lee Lewis, de 74 anos, toca no dia 18 de setembro no Credicard Hall. Já o guitarrista Chuck Berry toca no dia 19 de agosto no Via Funchal. Ao lado de Ike Turner, Little Richard, Bo Diddley, Elvis Presley e outros pioneiros, Jerry Lee e Chuck Berry foram dois dos criadores do que hoje conhecemos como rock’n roll.

Contemporâneo de Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, que ficou mundialmente conhecido como The Killer, antecipou o comportamento selvagem que influenciou gerações, com sua performance ao piano. Chegava a tocar com as… nádegas. Nos anos 1980, o cinema o homenageou em um cult movie, “A Força de Um Amor” (”Breathless”). O personagem de Richard Gere, Jesse Lujack, era fanático pela música de Lewis. Em uma cena do filme, ele ouve “Great Balls of Fire” a bordo de um Porsche roubado.

O último grande concerto de Lewis foi no Festival de Jazz de New Orleans, em 2007. Estava muito fraco e demorou para chegar até o piano, mas incendiou a plateia ao tocar “Roll over Beethoven” e “Sweet Little Sixteen”. Chuck Berry esteve no Brasil há exatamente um ano. Tocou acompanhado do seu filho, o guitarrista Charles Edward Berry Jr., e do baterista brasileiro Maguinho Alcântara.

Coralie Clément

junho 24th, 2009

Há uma geração musical na França que pode ser considerada neta do polêmico cantor e compositor Serge Gainsbourg (1928-1991). Modernos na sonoridade sem descuidarem das letras, artistas como a cantora Camille e a hoje primeira-dama Carla Bruni ajudam a renovar o pop francês. Irmã mais nova do compositor e produtor Benjamin Biolay, Coralie Clément se encontra nesse rol de talentos. A artista, de 27 anos, vem à cidade para três apresentações: na terça (23), no Bourbon Street; na sexta (26) e no sábado (27), na Choperia do Sesc Pompeia. Intérprete de voz doce que gosta de flertar com gêneros como a bossa nova, Coralie mostra ao lado de um guitarrista e um tecladista seu terceiro disco, Toystore. Vale torcer pela inclusão no repertório de Samba de Mon Coeur qui Bat, da trilha do filme Alguém Tem que Ceder (2003).