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Glamurama e Forneria Sao Paolo

quarta-feira, agosto 11th, 2010

O Glamurama em parceria com a Forneria Sao Paolo irá oferecer um jantar, na Villa Daslu, para os blogs mais bacanas e descolados de comportamento, moda e gastronomia.

Estaremos por lá, registrando os melhores momentos.

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De como eu perdi o medo de voar

quarta-feira, junho 23rd, 2010

Nas agruras da vida suburbana encontrei um porquê para minha existência.

Encontrei você na época certa, à 1h30 de uma quarta, no Orbital, na Rua Augusta.
Festival de Hardcore.

E o nosso amor foi e é assim… indescritível, ilimitável, irrefreável… Não é só sentimento, mas também toda a ação que nos envolve, todas as mudanças físicas e psicológicas que nos rodeiam… 10 anos que narram essa história.

Nascemos todos com vontade de amar. Ser amado é secundário. Um amor não pode pertencer a duas pessoas, por muito que o queiramos. Mas no nosso caso, isso é possível. Nossa história é diferente. Nós somos um casal diferente.
E nossos dias são assim.. deliciosos, compartilhados, cansativos, corridos, divididos, mas no fim do dia, o que mais nos motiva, são nossos momentos de conversa, risadas, cumplicidade. Ah que companhia boa!! Eu posso não olhar para o relógio, mas conto cada segundo sem você. E quando você chega, nada mais importa, o relógio não existe, mas se existisse seria inútil também. As outras pessoas? Agora não. Só você. Nem eu mesma existo, apenas você… Nenhum outro som é audível senão o das suas palavras… Nenhum outro sentimento chega perto de mim, senão o seu sentimento, e nenhum outro sentimento importa, pois o que tenho no peito está explodindo, mesmo sem eu perceber… Pois nada percebo, nem mesmo a explosão no peito, nem mesmo sei se é mesmo no peito que está o coração, às vezes o sinto no joelho, às vezes só o ouço bater sem senti-lo.. Mas a única coisa que importa: é te amar.
Você me surpreende como  Pai, marido, amigo, companheiro.

Tenho visto as pessoas confundindo o que é o amor, misturando com paixão, com sexo, com pornografia, com traição, com assassinatos, separações e assim por diante. Os casais de hoje tem dado valores distorcidos, cheios de ganância, cheios de “auto-prazer”, cheios de sentimentos pobres, maquiados com o amor, lotados de falsidade.
Amar é se dar pelo outro, investir tempo. Se dedicar, vencer desafios e superar limites.  Somar na vida de alguém e fazer a diferença, colorir uma vida monocromática e respeitar o próximo em suas falhas. E você tem sido esse cara.
Obrigado por fazer parte de mim, antes, agora, amanhã e sempre.
Obrigado por existir com tanta força agora, como marido, pai, amigo, cúmplice. Obrigado por fazer minha vida mais feliz. Obrigado por ser o companheiro mais especial e amado. Obrigado por ser meu marido. Por favor, nunca vá embora…

TE AMAMOS! 

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Chico sempre Chico!

terça-feira, junho 1st, 2010

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Palavras de Kapjêre Jõpaipaire

sábado, maio 22nd, 2010

Quem mais sabe do equilíbrio da natureza do que os índios?

Entrevista com índio parkatêjê paraense sobre mudanças climáticas:

“No verão esquenta e a água sobe; o corpo está quente e a água sobe; de noite esfria e volta de novo a água no corpo da gente. O calor da
água está em tudo: em nós, na madeira, nas plantas e sobe e vai juntando. Forma nuvem. E quando está no dia da chuva, cai pra nós bebermos,
para os animais, para as plantas…

A madeira (o mato) é nosso pai, dá a produção pro filho comer e defende a gente. A terra diz: ‘Eu sou a mãe de vocês; agora vocês têm que me
gostar e me usar para viver.’ A terra é nossa mãe – cria a gente. A terra quer que a gente produza para comer. A terra – não sabemos de
demarcação – não tem limite, é aberta. Índio anda 60 quilômetros num dia. Mato diz pro filho: ‘Olha, filho, eu vou me produzir pra você
comer, mas você tem que me olhar e não deixar me prejudicar.’

O céu é nosso irmão mais velho. Ele manda na chuva e manda a chuva pra nós, pra beber, molhar as plantas, criar peixes, tomar banho, lavar…

A mata é um lençol para nós, por isso índio morava na mata. É saúde.

O sol é forte, traz doença e o vento carrega a doença pro mundo (não é só para o índio); a mata atrapalha o vento e não deixa passar a doença.

Agora não tem mais mata. Por isso está aparecendo muita doença.”

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A Polidez

terça-feira, maio 18th, 2010

A sociedade moderna e, principalmente, pessoas mais jovens parecem ter perdido a noção da importância dos símbolos, dos rituais, da forma como as coisas devem ser feitas. Focadas apenas no conteúdo, as pessoas embrutecem a vida, empobrecem as relações sociais e se tornam menos humanas.
Esses pequenos símbolos, breves rituais, fazem a vida mais agradável. Gestos de gentileza e cortesia elevam o ser humano ao seu verdadeiro patamar.
É importante lembrar aos jovens e às pessoas que se dizem modernas que enviar flores de agradecimento a alguém não caiu de moda. Mandar um bilhete de agradecimento também não caiu. Dizer “com licença” ao atravessar a frente de alguém continua na moda. Dizer “por favor”, também. E “obrigado” nunca deixou de fazer parte do rol de palavras que identificam uma pessoa civilizada.
Vejo em supermercados, lojas, cinemas e mesmo em empresas, pessoas que mais se parecem com animais irracionais, embrutecidos pela ausência da inteligência social que caracteriza e distingue o ser humano das outras espécies.
A ausência de polidez, de educação, de um mínimo de respeito, está tornando os ambientes insuportáveis, e da falta de educação para a violência é um pulo.
Essa ausência de polidez se mostra na forma de falar, rude, grossa. Na forma de vestir, na forma de se comportar em ambientes públicos, na ausência de respeito e consideração às pessoas simples. Quantas vezes você já viu alguém tratando mal um garçom ou recepcionista?
Vejo pessoa com medo de ir a lugares públicos por saber da falta de civilidade que encontrará. E não pense o leitor, tratar-se de pessoas aristocratas ou burguesas. São senhoras e homens de mais idade, vítimas da falta de educação que beira a violência.
Veja como, no seu trabalho, na sua casa, no seu dia-a-dia, você pode fazer pequenos gestos de gentileza, cortesia, educação. Pense em como seria bom se você mesmo valorizasse mais a polidez.
A polidez não é uma coisa supérflua e antiga.
A ausência de polidez está transformando a sociedade em um lugar menos humano.
Pense nisso. Sucesso!

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MINHA MÃE, MEU MUNDO

sexta-feira, maio 7th, 2010


Abrir mão de sua missão, do seu maior propósito e, muitas vezes, do seu sonho, para dedicar todo o seu tempo à outra vida. Quanto vale isso? Muitos de nós poderíamos responder que jamais venderíamos, doaríamos ou repassaríamos qualquer oportunidade de concretizar um sonho. Mas, não esqueça que uma pessoa já fez isso por você. Uma pessoa que te conhece de um jeito todo especial, e faria qualquer coisa para te ver feliz. Ela também tinha metas, objetivos pessoais e profissionais, mas quando você chegou nada mais importava. Nada além da realização de suas vontades. Essa pessoa atende por um nome, MÃE.

Sabemos que a cada dia nossa vida está mais corrida. Por este motivo, quase sempre estamos em falta com alguém: as pessoas que não vemos há tempos, o telefonema que não conseguimos retornar, o café que prometemos tomar com aquele amigo e vai deslizando no limbo da agenda de uma semana para outra e tantas outras atividades são deixadas para depois. Só que, no fim das contas, dá tudo certo. “Afinal, os outros também estão na correria e irão me entender”.

Mas mãe não é uma pessoa que podemos deixar para depois, e existe uma razão muito simples para não fazê-lo: ela, durante toda a vida, nos colocou em primeiro lugar. Fomos e sempre seremos sua eterna prioridade mesmo que você já tenha crescido. Duvida?

Experimente surpreendê-la com uma visita inesperada no meio da semana. Ela é capaz de deixar o jantar queimar de tanta alegria, esquecer da novelinha das seis que lhe faz companhia nas melancólicas tardes cotidianas ou desmarcar imediatamente qualquer eventual compromisso com a melhor amiga só para ficar uma horinha com você.

É comum esquecermos, na correria diária, quem é a pessoa que merece nossa maior gratidão. E mais, acabamos tão acostumados com o paparicar constante das mamães que deixamos a nossa vida torne-se a delas. Como se não existisse algo mais importante, fazemos pedidos, choramingamos atenção, exigimos ajuda em muitos afazeres, cientes de que ela não negaria um chamado do seu filho.

Desta forma, devemos nos atentar que, por muitas vezes, ela deixa de seguir o seu caminho para nos ajudar a trilhar o nosso. Quantas mães já deixaram uma oportunidade de emprego ou alguma proposta importante passar para se dedicar ao seu filho? E as tantas mães que abrem mão de seus desejos para satisfazer os nossos? E tantas outras que quase enlouquecem tentando conciliar ambas as tarefas? Muitas dariam a sua própria vida em prol da nossa. Um amigo me disse um dia que a mãe dele estava ficando velha. Subitamente respondi que não, ela não estava envelhecendo, ela estava permitindo que ele seguisse seu caminho sem tanta ajuda dela, tanta proteção.

Diante dessa proporção de amor, resta saber se estamos devolvendo todo esse sentimento na medida certa. Você já agradeceu sua mãe por tudo que ela já fez por você? Já pediu perdão por ter sido impaciente e desatencioso algumas vezes com ela? Já ligou para ela nesta manhã para dar apenas bom dia? Quando foi a última vez que você declarou sua gratidão e disse para ela EU TE AMO?  fomos e sempre seremos a eterna prioridade de nossas mães. Ela nos faz enxergar os pequenos milagres diários da vida e além de nutrir, amparar e cuidar, ela educa a nossa alma e nos ensina a ser quem somos. Por isso, não deixe passar um minuto sem reconhecer a sua presença e dedicação, pois é ela quem sempre está ao nosso lado quando mais precisamos, quem nos dá apoio e incentivo nos momentos de fraqueza, quem nos compreende e nos perdoa até em nossos maiores erros, quem nos conforta apenas com um olhar doce e generoso sem nenhum julgamento, apenas para nos ver felizes. Para buscar recompensar minha mãe diante de todos os sacrifícios que ela se submeteu por mim, digo para eu mesma todos os dias que minha mãe é meu mundo. E a sua, o que é para você?

Mãe, EU TE AMO!

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INICIATIVA DA MATILHA CULTURAL TRAZ VERDE

quarta-feira, abril 14th, 2010

O Centro de São Paulo ficará mais colorido. São 24 ruas da região da Sé que receberão, já nos próximos dias, cerca de 400 ipês roxo e amarelo. A arborização de uma das áreas da cidade mais degradadas ambientalmente é resultado de uma iniciativa da Matilha Cultural, em parceria com a vizinhança da entidade, junto à Prefeitura da cidade de São Paulo.  

O plantio é parte da compensação ambiental da Marginal Tietê e incluirá também ações na região da Bela Vista e da Barra Funda, mas tem como pano de fundo uma intensa mobilização da população civil. Em outubro de 2009 a Matilha iniciou um processo de mobilização de moradores e trabalhadores da região central, colhendo mais de 1.500 assinaturas para um abaixo assinado que pedia um adensamento do verde na área. O primeiro efeito da iniciativa foi sentido ainda em dezembro, quando, junto com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, foram plantadas 19 árvores em canteiros abandonados na região. “Começamos a ação porque percebemos a ausência de verde e o calor excessivo do centro”, explica Rebeca Lerer, diretora da Matilha. “O centro de São Paulo já sofre um fenômeno de aquecimento local. Em alguns dias, a região é de 3ºC a 5ºC mais quente do que outras áreas da cidade. O plantio de 400 árvores vai trazer mais umidade e amenizar a temperatura, melhorando o microclima do coração de São Paulo”.  O contato com a secretaria abriu portas para que o Centro da cidade fosse definitivamente incluído no Programa Municipal de Arborização Urbana. Para determinar os locais de plantio, a Secretaria do Verde e a Subprefeitura da Sé partiram de pedidos da sociedade civil organizada nestes locais e promoveram um levantamento das ruas do entorno do local de onde veio a solicitação.  “Tudo está acontecendo mais rápido do que a gente esperava”, afirma Rebeca Lerer, Diretora da Matilha Cultural. “Vamos conseguir realizar um objetivo nosso que contagiou toda a comunidade, mas que muitos consideravam impossível, ainda mais no curto prazo. Isso mostra que a mobilização da sociedade pode criar oportunidades que geram benefícios concretos para a cidade”, exalta. Em 2009 a cidade de São Paulo recebeu 202.949 novas árvores por meio do Programa Municipal de Arborização Urbana. Esta ação é realizada por equipes da Secretaria do Verde e das Subprefeituras, por meio de parcerias ou originadas de compensações ambientais. Desde 2005, quando foi iniciado o programa, já são cerca de 800 mil novas árvores na cidade. A compensação ambiental pela obra da Marginal do Tietê inclui o plantio de 83 mil árvores no entorno da Marginal e subprefeituras vizinhas, contribuindo para reduzir as ilhas de calor e melhorar os índices de umidade relativa do ar, com repercussões positivas para a saúde dos habitantes dos bairros. 4.900 serão plantadas na própria Marginal Tietê, que dobrará, assim, sua própria cobertura arbórea.  “A Matilha discorda da obra realizada na Marginal Tietê, pelo impacto ambiental direito que causou e por beneficiar um modelo de cidade dominada por carros. Mas a obra está concluída e a compensação deve ser feita; nesse sentido, ficamos felizes em ter conseguido direcionar este recurso para a arborização do centro de São Paulo”, finaliza Rebeca.

Confira os locais dos plantios na região da Sé:

 

1. R: Amaral Gurgel do nº 145 ao 287    
2. Lgo. do Arouche canteiro central    
3. R: Bento Freitas    
4. R:Rego Freitas                                              
5. R: Sta. Isabel      
6. R:General  Jardim                                   
7. R: Cesário Mota Jr                                     
8. R: Teodoro Baima   
9. R: Epitacio Pessoa 
11. R: do Triunfo
12. R: Aurora  
13. R: Andrades       
14. R: Vitoria 
15. R: General Couto de Magalhães     
16. R: Mauá
17. Estação da Luz                                       
18. R: Casper Líbero 
19. R: Timbiras 
20. R: Gusmões 
21. R: General Osório  
22. Av. Rio Branco  (da Av. Duque de Caxias até Largo Paissandú)                                        
24. Largo Paissandú    

 

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II Sarau das Poéticas Indígenas

terça-feira, março 30th, 2010

O sucesso da primeira edição do Sarau das Poéticas Indígenas nas Casas das Rosas em 2009 garantiu a continuidade do evento e a segunda edição terá como tema a Amazônia. Serão apresentados índios das três etnias que participaram do levante popular denominado Cabanagem no Século XIX: os Munduruku, os Mura e os Mawê. Em 2010, ao completarem 170 anos do fim dos combates cabanos, a cidade de São Paulo terá a oportunidade de conhecer as vozes, os gestos e os cantos revolucionários da floresta.

Participarão do Sarau o poeta Daniel Munduruku, que encabeça o movimento brasileiro da literatura indígena, Carlos Tiago, um jovem poeta Saterê Mawê, do Estado do Amazonas e Juju Mura, que fará a dança que herdou das suas gerações passadas, uma lembrança sobrevivente do povo Mura que foi praticamente extinto por serem grandes guerreiros e demonstra que a poética indígena não reside apenas nas palavras. Leandro Mahalem Lima, autor de Rios Vermelhos, uma pesquisa científica (USP) que discorre sobre o tema, reviverá a história dando voz aos cronistas e romancistas que escreveram sobre os rebeldes cabanos, evocando a tradição indianista dos escritores viajantes do Século XIX. A curadora Deborah Goldemberg explica o tema escolhido para o II Sarau:

“Esse ano vamos homenagear esse território tão em pauta, que é a Amazônia, e valorizar a grande importância que os índios tiveram, junto com ribeirinhos e negros escravos e libertos, nesta importante revolução brasileira que segundo historiador Caio Prado Junior é: ‘…um dos mais, senão o mais notável movimento popular do Brasil. É o único em que as camadas mais inferiores da população conseguem ocupar o poder de toda uma província com certa estabilidade. Apesar de sua desorientação, fica-lhe contudo a glória de ter sido a primeira insurreição popular que passou da simples agitação para uma tomada efetiva de poder’”.

A cabanagem teve inicio 1835 e término em aproximadamente 1840 e teve grande resistência popular. A guerra ganha sua importância porque o movimento insurgiu contra os portugueses e os luso- brasileiros, minoria branca, que detinha o poder no Estado que então era o Grão Pará e chegaram inclusive a expulsar uma almirante Inglês e seus subordinados que tentaram tolher a revolta.

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Coletivo Ocupeacidade faz oficina para ampliar a percepção espacial de pais e filhos no dia 4 de abril

terça-feira, março 30th, 2010

Atividade marca o encerramento da exposição “Gordon Matta-Clark: desfazer o espaço”

A área educativa do Museu de Arte Moderna de São Paulo promove no dia 4 de abril (domingo), entre 11h e 13h, a oficina de vivências práticas com o coletivo Ocupeacidade, dentro do Família MAM, programa que tem por objetivo estimular pais e filhos no contato com a arte. A entrada é franca e para participar, basta tirar senha com meia hora de antecedência (são 30 vagas). A atividade marca o encerramento da exposição “Gordon Matta-Clark: desfazer o espaço”.

A oficina propõe possibilidades para alterar a percepção do espaço da marquise do parque do Ibirapuera e do entorno do MAM. Para isso, serão construídos objetos de papelão que, recortados, organizados e aliados à técnica do lambe-lambe, servirão como matéria-prima transformadora do espaço. A oficina foi pensada a partir de questões pertinentes à exposição do artista Gordon Matta-Clark. O grupo, atuante desde 2006, propõe ações no espaço urbano, estimulando a reflexão sobre relações pessoais, urbanas e artísticas.

SERVIÇO

Família MAM oficina Ocupeacidade

Data: 4 de abril (domingo), das 11h às 13h

30 vagas

Local: Marquise – MAM-SP

Endereço: Parque do Ibirapuera, av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3

tel (11) 5085-1300

Grátis – retirar senha com meia hora de antecedência

Participação aberta ao público em geral – sem restrição de idade

Site: www.mam.org.br

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Ritual Yawanawá

quarta-feira, março 24th, 2010

Cerimônia de Pajelança e Temaskal

Convidamos todos a Celebrar este momento de Cura e Alegria.

Vamos Juntos Festejar tudo que o aqui e agora nos presenteia!

Este é o Convite!

Jornada Yawanawá

Medicinas da Floresta

· Uni (Ayawasca): Chá composto de plantas medicinais da Amazônia que visa uma verdadeira transformação do Ser através de uma conexão com o seu Eu Superior. Por isto é também chamado de “Medicina da Alma”.

· Sananga (colírio): Bom para dores de cabeça crônica e equilíbrio espiritual

· Rapé: Bom para limpeza das mucosas nasais, ativação do 6º. e 7º. chakra, traz energia e purifica o espírito

· Cânticos Sagrados (Cantos de cura): Auxilia na cura dos 4 corpos (físico, mental, emocional e espiritual)

E mais… Despertar do Corpo, Exposição Visionária, Temazcal, Shiatsu, Reiki, caminhada ecológica, alimentação natural, piscina e uma grande celebração!!

Quem é Shaneihu Yawanawá:

Filho do líder Yawanawá Biraci Brasil (Nixiwaka) e neto do pajé Yawarani, um dos curandeiros mais antigos de sua tribo, Shaneihu, vem acompanhando, desde sua infância os trabalhos espirituais realizados pelo seu povo. Há três anos promove trabalhos de cura através dos cantos e das medicinas da floresta. Além das práticas espirituais, desenvolve também seu trabalho artístico musical com a finalidade de difundir a cultura Yawanawá.

Focalizador Temaskal: Equipe Filhos da Terra

Dias: 27 e 28 de Março

“”Vagas Realmente Limitadas!!”"

Local: Filhos da TerraNúcleo de Cerimônias Nativas

Informações & Reservas:

Juliana Benedito: 9625-2983

jubenedito@yahoo.com.br

André Macri Tel: 011.8133-7658

ac.macri@hotmail.com


Xamanismo
“resgatando o  ser Humano para dentro da sua forma Sagrada de existir”

www.sthanxannia.multiply.com
www.visionquest.multiply.com
www.caminhossagrados.multiply.com
www.filhosdaterra.etc.br

Sthan Xannia

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