
“Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outro s afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências …
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer…
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Vinicius de Moraes)

Para celebrar a memória dos movimentos associativos de luta, a Matilha Cultural, recebe, de 18 a 29 de maio de 2010, a programação cultural Obra Pública, que relembra o movimento trabalhista e sindical organizado no final dos anos 70 e sua contextualização histórica.
Realizada em parceria com a empresa voltada a comunicação popular Oboré, a programação apresenta fotos, ilustrações, pôsteres e um filme que retratam a importancia da organização social para a transformação da realidade e ajuda a preencher o vácuo de memória que existe em relação a este processo histórico.
A mostra reúne fotos de 1º de maio de 1980, do movimento pela democratização e direitos dos trabalhadores, de Ricardo Alves, ilustrações do cartunista Laerte feitas para o movimento sindical, reproduções de cartazes históricos do movimento operário de vários países, e também o documentário recém lançado “Utopia e Barbárie“, de Silvio Tendler que traz um panorama dos conflitos políticos mundiais desde 1968. O texto de abertura é de José Luiz Del Roio, hoje responsável pelo ASMOB (A.S. Mobilização Operária Brasileira). Na década de 1970, Del Rojo ajudou a salvar jornais de movimentação trabalhista da extinção.
A exposição marca também o relançamento digital do livro Ilustração Sindical (Ed. Oboré – 1986) de Laerte. Em 1986 Laerte lançou uma publicação reunindo as mil ilustrações mais significativas feitas por ele para a imprensa sindical desde a década de 70, que foram colocadas sob domínio público pelo quadrinista, para fins de apoio à organização, antecipando assim, em pelo menos uma década, o contrato de Creative Commons. O livro será disponibilizado na internet.
No dia 29, encerramento da mostra, será realizada ainda uma conversa com Silvio Tendler, diretor de Utopia e Barbárie.
A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO SERÁ TERÇA (18/05) JUNTO COM O AQUECIMENTO CENTRAL – happy hour semana da Matilha que tem como convidada especial da semana a Dj Pathy Dejesus. http://www.myspace.com/pathydejesus
Programação:
- Exposição: Ricardo Alves
Movimento Operário do ABC do 1 de maio de 1980, através das lentes do fotógrafo e integrante do grupo Oboré.
- Exposição: Pôsters Históricos
A mensagem dos cartazes do movimento sindical ao redor do mundo.
- Relançamento Livro: Ilustração Sindical, por Laerte
Os traços irreverentes do artista, ícone do cartoon brasileiro, em ilustrações dos anos 70 e 80, nas paredes da Matilha e em versão digital disponível na internet para download.
- Filme: Utopia e Barbárie (Silvio Tendler – Brasil, 2009 – 120’ – Censura Livre)
Diante do capitalismo e do sistema financeiro, o que foi feito dos sonhos de igualdade de uma geração que derrotou a barbárie da Segunda Guerra Mundial
- Conversa com Silvio Tendler, sobre o documentário Utopia e Barbárie (Brasil, 2009) – dia 29 de maio
Exibição – Utopia e Barbárie
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Terça |
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Sexta |
Sábado |
Domingo |
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18/05 |
19/05 |
20/05 |
21/05 |
22/05 |
23/05 |
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16h |
Não haverá sessão |
16h |
16h |
Não haverá sessão |
17h |
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20h |
Não haverá sessão |
20h |
Não haverá sessão |
Não haverá sessão |
Não haverá sessão |
| Segunda |
Terça |
Quarta |
Quinta |
Sexta |
Sábado |
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| 24/05 |
25/05 |
26/05 |
27/05 |
28/05 |
29/05 |
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| Não haverá sessão |
16h |
16h |
16h |
16h |
16h |
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| Não haverá sessão |
Não haverá sessão |
20h |
20h |
20h |
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SOBRE A OBORÉ
Vem de boré, espécie de berrante ou trombeta usada pelos índios Tupis para chamar a tribo dispersa pela mata a reunir-se em assembléia no terreiro da aldeia para decidir sobre como enfrentar os perigos que ameaçavam a comunidade. A OBORÉ é uma empresa prestadora de serviços que atua com comunicação popular. Nasceu em 1978, como uma cooperativa de jornalistas e artistas, para colaborar com os movimentos sociais e de trabalhadores urbanos na montagem de seus departamentos de imprensa e na produção de jornais, boletins, revistas, campanhas e planejamento de comunicação.

Você é assim: Mãe de todos nós, irmã única e intransferível e de força inigualável. Sua paciência e dedicação são exemplares.
Quando eu casei aprendi a te amar ainda mais, com mais respeito, com mais carinho. Aprendi a te observar e entender seus sentimentos. Aprendi que irmã mais velha é como mãe, zela, cuida, ama, escuta e participa. Você é um caso único. Exemplar e instransferivel.
Agora espero pelo teu fruto. Torço pela tua felicidade como uma torcedora em primeira fila. Quero te ver casar, ter filhos e ser a mulher forte e de pulso firme que nos espelhamos.
Não nos xingamos mais, não dividimos mais nossos armários, perfumes e sapatos. (QUE SAUDADE!!) Mas aprendemos a antecipar nossas fragilidades. Você me apoia, me encoraja, me estimula. Segura minhas ondas, é generosa, altruísta, companheira.
Só sei que minha memória mais antiga é a que até hoje ecoa em mim. Você me amparando com sua camiseta quando caí da bicicleta etc… suas maiores qualidades. É o que os gregos chamam de Areté (excelência). O conjunto das melhores características que alguém pode carregar no decorrer das experiências da vida. Não me lembro direito qual filósofo dizia isso, mas me parece uma verdade intensa o fato de que quando se morre o areté cresce em poder e influência. Daí a necessidade dos heróis gregos agirem heróicamente, daí os gestos de coragem quase suicidas. A única forma de estarem vivos era através do exemplo que deixavam pra trás, o seu areté, o qual seria cantado e contado nas rodas, de boca em boca, sem limite de espaço e tempo.
Sempre penso nesse conceito, de fato o acho fascinante. Quando se morre o areté é a parte de nós que fica, tão imortal quanto a alma por tantas religiões idealizada como eterna, independente do corpo. Não quero comprovar a veracidade do que estou falando. Me vem um vazio, uma bola de frio entre o peito e o estômago, um gosto amargo na boca e uma constante vontade de chorar.
Agora percebo que você está dentro de mim. Tem dias que a percebo em meu jeito de agir e falar. Minha alma absorveu a sua, literalmente. Gosto de lembrar do teu sorriso que ilumina tudo dentro de mim. Então sinto aquela bola de vazio sumindo e um impulso de fazer coisas boas me eleva adiante, como um vento que sopra pro alto. Foi assim que comecei a me recuperar dessa perda de convivência. Ou me acostumar, como me disse um amigo, com toda a razão. Dessas coisas não se recupera, acostuma.
Quero aproveitar pra pensar mais no que não vivemos juntas do que no que vivemos. Conviver mais.
Eu sempre fui a “ômega”, a caçula, mas você sempre será o alpha, o primeiro fruto do amor de nossos pais, que nos carregou no colo e agora a gente carrega no peito ou no sorriso, quando expontâneo e solar. Que no seu caminho só existam amigos verdadeiros que a amem tanto ou mais do que a gente e que lhe façam companhia sempre mesmo!! E que na sua vida exista alegria eterna, como a que eu sinto quando te ouço ou te vejo! Obrigado por fazer parte de mim, antes, agora, amanhã e sempre. .
Obrigado por existir com tanta força agora, como uma estrela que explode e ilumina o universo. Obrigado por fazer minha vida mais feliz. Obrigado por ser a madrinha mais especial e amada da baixinha mais sensível e gorducha. Obrigado por ser minha irmã. Por favor, nunca vá embora…
TE AMO.

TUITANDO
Cerca de 30 anos atrás fiquei impressionado ao ver Mario Lago na televisão dizendo que em seu ofício de escritor e letrista, o mais difícil não era escrever textos, mas cortar excessos. Mais tarde descobri que o mérito dos bons escritores estava em saber cortar o que era realmente “sobra” e manter a essência do conteúdo.
E isso muito, mas muito antes de aparecer o Twitter.
Twitter. O nome vem do inglês “tweet”, que quer dizer “pio”. Tweeter, quer dizer “piador”: o sistema onde você solta seus pios.
O Twitter é uma das redes sociais da internet, que conecta você a milhares de pessoas que – supostamente – tem algo a dizer. E quem já
aprendeu a usá-lo sabe que vicia.
Abra uma conta gratuita em www.twitter.com e avise alguns conhecidos. Logo você terá seguidores. Comece a postar suas mensagens: algo que
você viu, uma dica de leitura, um comentário político, um desabafo, qualquer coisa. Cada seguidor que gostar de uma postagem sua vai
retransmiti-la para outros e aos poucos novos seguidores chegarão. E você vai escolhendo quem você vai seguir (de quem você receberá
mensagens) e quem vai seguir você (quem você deixará receber suas mensagens). Entrei como @lucianopires no início de 2009 e em um ano
cheguei a quase 2.000 seguidores que recebem meus pios diários. Um monte de gente.
O Twitter é uma inestimável fonte de informações. Graças a ele descobri artistas excelentes, sites maravilhosos e textos inspiradores. Mas
também pode ser uma perda de tempo se você seguir despejadores de lixo, sacou? Você decide se o nível é alto ou baixo.
Embora seja um processo inovador, o Twitter obedece os mesmos padrões da mídia convencional: a maioria dos principais “tuiteiros” que tem
dezenas ou centenas de milhares de seguidores é composta de celebridades de cinema e televisão. Postam mensagens irrelevantes que atraem a
atenção por virem de celebridades. Um dia alguém criará uma forma de medir a relação relevância do seguido x relevância dos seguidores e
então saberemos quem tem realmente conteúdo.
Mas voltando à entrevista de Mario Lago, um dos grandes lances do Twitter é que qualquer mensagem tem que ter no máximo 140 caracteres. Por
exemplo,se eu tentar “tuitar”: “Itaboraí: em 2006, Lula inaugurou a pedra fundamental. Em 2008 as obras de terraplenagem. E em 2010 o início
das obras da primeira unidade. Depois vem a pia do banheiro e o uniforme do porteiro.”, não vou conseguir. A mensagem tem 192 caracteres,
incluindo os espaços. Para limitar aos 140 caracteres que o twitter exige, terei que mudar para:
“Itaboraí: Lula inaugurou pedra fundamental, terraplenagem e início das obras da 1a. unidade. Depois vem a pia do WC e o uniforme do porteiro”
Não tem a mesma força, é verdade, mas a essência do texto está lá. E o mais interessante é que no exercício diário de resumir tudo a 140
caracteres, você acaba desenvolvendo a tal preciosa capacidade de síntese. Que aos poucos carrega para seu dia-a-dia, indo direto ao ponto.
Eliminando as firulas. Cortando as gorduras.
Experimente. Quem comanda o conteúdo é você,
Mario Lago curtiria o Twitter.
by Luciano Pires

O6/03 – VAGA VIVA + FESTA DE LANÇAMENTO DA MIXTAPE MATILHA + FILME VALSA COM BASHIR
A Matilha reabre suas portas no dia 6 de março, com a primeira VAGA VIVA do ano. Estão todos convocados para uma tarde de confraternização e música.
A principal atração será o lançamento da primeira mixtape (coletânea musical) produzida pela Matilha – ONE LOVE. Com a participação do hip hop genuinamente nacional, são 12 faixas que misturam bases jamaicanas de dub step, ragga e dancehall com vocais. Com composições dos MCs Funk Buia, Dada Yute, Zulusoljah, Criolo Doido, Drica, Biano Diretor, Sandrão (com part. Va), Sombra e Mr. Bomba, mixagem dos DJs Tano, DanDan e Wotjila; a produção musical é dos DJs Gustah, Zulusoljah. Alexandre Basa e Ras (FyaDub). Show na festa de lançamento da mixtape e abertura da programação Matilha 2010!
Durante a tarde, na rua, em frente à Matilha, daremos continuidade ao projeto de ocupação de vagas de estacionamento de carros com bancos, plantas, oficinas, música e vida, na ação VAGA VIVA que acontece todo primeiro sábado de cada mês. A mensagem dessas praças de convivência improvisadas é a retomada do espaço público pelo cidadão. Durante as Vagas Vivas, a Matilha discute e promove a campanha ARBORIZAÇÃO do centro através de coleta de assinaturas, reuniões, oficinas culturais, cinema e música. Nesta primeira edição de 2010, haverá uma oficina de confecção de carteiras com embalagens tetrapack recicladas.
Acompanhe o projeto de arborização no link http://vimeo.com/9781227
E ainda… no cinema, inaugurando a programação 2010, o filme Valsa com Bashir, no cinema da Matilha. o filme está em cartaz durante o mês de março todas as sextas e sábados, às 21h30.
Toda programação é gratuita e aberta para o público. A Matilha conta com um café/bar orgânico vegetariano. O espaço conta com acesso livre a internet e dois computadores para uso do público.
09/03- AQUECIMENTO CENTRAL : HAPPY HOUR NA MATILHA
Na terça, dia 9 de março, das 18h às 22h, acontece a primeira edição do AQUECIMENTO CENTRAL – happy hour na Matilha – sempre com programação musical especial. Neste mês, são os DJs do Clã Leste que comandam as pickups com hip hop, funk etc. Na estréia, Soares & Zinco fazem a trilha sonora. Integrantes do Clã Leste, quarteto de djs que, arraigado na brasilidade, utiliza técnicas de scratches, back to back e beat jugglings para montar suas performances de até seis minutos, influenciadas também pelo rap, r&b, funk & soul, MPB, jazz, rock e drum’n’bass. Um espaço para encontrar amigos, colocar conversa em dia e escutar um som no centro da cidade – e fugir do trânsito do fim de tarde. Confira programação completa no item + CLÃ LESTE neste documento abaixo. Dentro desta programação está previsto pocket show do Kamau.
13/03 – 17/04 ARTE: SALÃO DOS ARTISTAS SEM GALERIA
A partir do dia 13 de março, a MATILHA recebe o 1. Salão dos Artistas Sem Galeria, projeto do Mapa das Artes. A mostra acontecerá simultaneamente em dois espaços da cidade de São Paulo: na Casa da Xiclet e na Matilha. Organizado pelo jornalista Celso Fioravante, o salão teve 258 inscrições de 12 estados e contou com o curador Cauê Alves e galeristas Daniel Roesler e Monica Filgueiras no júri de seleção. A exposição apresenta trabalhos de dos dez artistas selecionados e pode ser visitada até o dia 17 de abril. + INFOS ABAIXO.
18/03 – CINEMA & MÚSICA: IN-EDIT
Entre os dias 18 e 28 de março, a MATILHA será uma das salas de cinema a receber o festival IN-EDIT, que apresenta documentários musicais com intuito de fomentar a produção do gênero. Para complementar, apresentações musicais também estão previstas. Aguardem programação completa.
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+ 1. SALÃO DOS ARTISTAS SEM GALERIA:
1o Salão dos Artistas Sem Galeria exibe 10 selecionados em mostras na Casa da Xiclet e Matilha Cultural
Organizado pelo jornalista Celso Fioravante, salão teve 258 inscrições de 12 estados e contou com curador Cauê Alves e galeristas Daniel Roesler e Monica Filgueiras no júri de seleção.
O site Mapa das Artes inaugura nos dias 12 e 13 de março a mostra 1o Salão dos Artistas Sem Galeria em dois espaços expositivos da cidade de São Paulo. A exposição dos artistas selecionados pelo edital, lançado em dezembro de 2009, acontecerá simultaneamente na Casa da Xiclet a partir de 12 de março (sexta-feira), às 19h, e no Espaço Matilha Cultural (r. Rego Freitas, 542, Centro, tel. 3256-2636, http://matilhacultural.com.br/), a partir de 13 de março (sábado), às 14h. Os artistas são: Affonso P. V. Abrahão (SP), Amanda Mei (SP), Bartolomeu Gelpi (SP), Bettina Vaz Guimarães (SP), Christina Meirelles (SP), João Maciel (MG), Luiz Martins (SP), Rodrigo Mogiz (MG), Pedro Von Wirz (brasileiro radicado na Alemanha) e Sandra Lopes (SP).
A iniciativa, pioneira no Brasil, superou seus objetivos iniciais. Recebeu 258 inscrições, número bem maior que o esperado pela organização, que incluiu no regulamento uma cláusula que cancelaria o Salão caso ele não recebesse pelo menos 100 inscrições. O bom desempenho desta primeira edição garantirá a entrega dos três prêmios previstos no regulamento (R$ 2.000,00, R$ 1.500,00 e R$ 1.000,00), além do pró-labore de R$ 600,00 a cada um dos dez artistas selecionados, além da edição de um folder sobre o evento que não estava prevista no regulamento inicial. O júri de seleção foi formado por Cauê Alves, Monica Filgueiras e Daniel Roesler.
Para Fioravante, a organização do salão atende uma demanda urgente por um novo parâmetro auto-sustentável para a circulação das artes visuais no Brasil. “O sistema de artes está em xeque. O atual modelo de galerias, museus e institutos culturais não tem condições de absorver e fazer circular a produção artística a contento. Existe uma demanda reprimida. Os salões tradicionais têm editais draconianos que não contemplam a produção tardia, especialmente de artistas mulheres e de artistas que amadureceram sem ter passado pelo sistema”, atesta o jornalista.
Do total de artistas inscritos, a maioria reside na capital de São Paulo (139), seguida pelo interior do Estado (44), Rio de Janeiro (24), Minas Gerais (15), Paraná (10), Santa Catarina (5), Distrito Federal (5), Goiás (4), Rio Grande do Sul (4), Espírito Santo (3), Mato Grosso do Sul, Bahia e Maranhão (1 cada).
Agnaldo Farias é o curador mais lembrado
O co-curador da 29ª edição da Bienal Internacional de Arte de São Paulo, Agnaldo Farias, foi o curador mais lembrado pelos 258 inscritos no Salão dos Artistas Sem Galeria, que responderam o item da ficha de inscrição que pedia que indicassem três curadores e/ou críticos de sua preferência. Agnaldo Farias foi lembrado por 46 artistas. Em seguida vieram Fernando Cocchiarale (29), Paulo Herkenhoff (20), Kátia Canton e Cauê Alves (ambos com 19), Tadeu Chiarelli (18), Juliana Monachesi (17), Rodrigo Naves (15), Oscar D´Ambrosio (12) e Rodrigo Moura (11). Ao todo, 240 “curadores e/ou críticos” foram lembrados pelos 258 inscritos. Vermelho é a galeria preferida
A Vermelho (São Paulo) é a galeria preferida pelos 258 artistas inscritos no 1° Salão dos Artistas Sem Galeria, que responderam o item da ficha de inscrição que pedia que indicassem três galerias brasileiras de sua preferência. Foram citadas 117 galerias e/ou espaços expositivos (alguns fechados há mais de dez anos!). A Vermelho foi citada por 77 deles, seguida por Fortes Vilaça (74), Nara Roesler (51), Casa Triângulo (46), Luisa Strina, Choque Cultural e Virgílio (as três com 25), Leme (22), Millan (19) e Nova André (12). Entre as galerias cariocas, as mais votadas foram A Gentil Carioca e Laura Marsiaj (ambas com 15 lembranças), Anita Schwartz (10), Arte em Dobro (7) e Silvia Cintra + Box 4 (5). Fora do eixo Rio-São Paulo, as mais votadas foram Casa da Imagem (Curitiba, 4 votos), Ybakatu (Curitiba, 3), Celma Albuquerque (Belo Horizonte, 3) e Adearte (Ribeirão Preto, 2).
Serviço:
Exposição: 1o Salão dos Artistas Sem Galeria, exposição em dois espaços expositivos
Casa da Xiclet
Abertura: 12 de março, sexta-feira, às 19 horas
Período Expositivo: de 13 de março a 18 de abril
Rua Fradique Coutinho, 1.855, Vila Madalena, CEP 05416-011
Tel.: (11) 2579-9007 begin_of_the_skype_highlighting (11) 2579-9007 end_of_the_skype_highlighting
Horários: de quarta a sexta, das 14 às 20 horas; e sábados e domingos, das 14 às 18 horas
Entrada Gratuita
Web: http://casadaxiclet.multiply.com
Espaço Matilha Cultural
Rua Rego Freitas, 542, Centro, CEP 01220-010
Abertura: dia 13 de março, sábado, às 14 horas
Período Expositivo: de 13 de março a 18 de abril
Tel.: (11) 3256-2636 begin_of_the_skype_highlighting (11) 3256-2636 end_of_the_skype_highlighting
Horários: de terça a sábado, das 12 às 22 horas
Entrada Gratuita
Web: http://matilhacultural.com.br
Mais informações para a imprensa:
Décio Hernandez Di Giorgi
Adelante Comunicação Cultural
Email: dgiorgi@uol.com.br
Tel.: (11) 3589 6212 begin_of_the_skype_highlighting (11) 3589 6212 end_of_the_skype_highlighting e 8255 3338
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+ CINEMA: VALSA COM BASHIR.
SINOPSE: Em uma noite, num bar, um velho amigo conta ao diretor Ari Folman sobre um sonho que tem repetidamente no qual ele é perseguido por 26 cães ferozes. Toda noite o mesmo número. Os dois homens concluem que existe uma ligação entre o sonho e sua missão no exército de Israel na primeira Guerra do Líbano no início dos anos oitenta. Ari Folman se surpreende por não conseguir lembrar de mais nada sobre aquele período de sua vida. Intrigado por esse mistério, ele decide encontrar e entrevistar seus velhos amigos e companheiros espalhados pelo mundo. Documentário em animação do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro 2008.
Título Original: Vals Im Bashir, Waltz with Bashir
Diretor: Ari Folman
Gênero: Animação, Documentário
Duração: 90 min.
Ano: 2008
País: Israel, Alemanha, França, Holanda, Suiça, Bélgica, Austrália.
Site oficial: http://waltzwithbashir.com/
Indicação etária: 12 anos.
Distribuidora: SONY PICTURES.
SESSÕES – sextas e sábados de março – 21h30. Grátis.